Insvestimento em energia Solar. Vale a pena? Com os constantes reajustes na energia, a energia solar é uma excelente alternativa para livrar-se dos aumentos.

O emprego da energia solar para a geração de eletricidade é, sem dúvida, uma das alternativas de fontes energéticas mais promissoras hoje em dia. Virtualmente, considerando-se a escala de tempo do planeta Terra, a energia solar é inesgotável, além de ser a fonte primária de todas as outras formas de geração de energia.

Assim, mesmo a energia gerada a partir da combustão de combustíveis fósseis provém, em última análise, do sol. Além disso, o interesse pela implantação de mini e micro estações de geração de energia (módulos domésticos) tem aumentado, estimulado pelo barateamento da tecnologia, pela pressão ambiental e pela crise energética.

Investimento em energia solar

Uma reportagem da Revista ISTOÉ acompanhou três famílias na implantação de painéis solares em seus telhados. Apesar do investimento inicial elevado, nenhuma se arrependeu. Por outro lado, há outras limitações, principalmente no que se refere a pouca mão-de-obra qualificada para a implantação dos sistemas de geração de energia fotovoltaicos, legislação defasada e impostos elevados.

No entanto, a cobrança crescente pela sustentabilidade ambiental dos empreendimentos, fruto da era da informação, e a crise energética que o país vem sofrendo nas últimas décadas, têm compelido os consumidores a se aventurarem na busca por fontes alternativas de energia.

Atualmente, as estiagens prolongadas no país têm causado a diminuição da geração de energia nas hidrelétricas, que representam 61,2% da matriz energética nacional. Constantes apagões e os problemas ambientais ocasionados por esse modelo têm ajudado a fomentar o interesse das pessoas pela energia solar.

O apelo mais forte, porém, segue sendo o do bolso: logo de início, quem instala as placas solares verifica grande diminuição do valor da conta de luz, e comemora.

O uso da energia solar para geração de eletricidade não é novidade, e vem se popularizando no mundo todo. Tecnologias cada vez mais baratas têm ampliado o acesso às placas fotovoltaicas.

Em países europeus, onde há bastante mão de obra disponível para a instalação segura dos painéis fotovoltaicos, hoje é possível se adquirirem kits para a montagem de miniestações de energia solar por um valor acessível na loja Ikea, equivalente europeu das magazines populares brasileiras.

O prazo de retorno do investimento varia entre 4 a 8 anos. Mesmo assim, quem instala não reclama, apesar das dificuldades. Isto porque, mesmo no inverno, quando a incidência de luz solar é menor, a redução nas contas de luz ainda é notável.

Em algumas cidades, a presença de placas solares é um fator de diferenciação no mercado imobiliário, valorizando o imóvel que o tem em até 20%.

O Brasil tem vocação natural para a adoção do uso de energia vinda do sol em grande escala, pois sua vantagem geográfica é enorme. Estima-se que aqui cheguem 2.500 horas de sol por ano, o que significa uma incidência média diária de luz equivalente a 4,5 a 6 kWh.

Porém, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) lista ainda pouca mini ou micro estações geradoras no País, e a representatividade da energia solar na matriz energética brasileira é de apenas 0,184%.

A título de comparação, a Alemanha, país referência em geração de energia solar, conta com 7,4% em sua matriz energética, apesar da quantidade de energia solar que chega ao país ser aproximadamente menos da metade da do Brasil (1124,2/ano).

Se você está pensando em adotar energia solar em sua casa, fique sabendo que é necessário instalar, além dos módulos fotovoltaicos em alguma área da casa – tipicamente no telhado – um inversor, que irá transformar a energia solar em elétrica.

Aqui surge o maior obstáculo ao crescimento da implantação da tecnologia no país: há poucas pessoas que sabem fazer esse serviço, e a pouca mão-de-obra pode significar encarecimento ou mesmo a inviabilidade da implantação.

Nossa empresa oferece esse serviço com qualidade e garantia para nossos clientes, para que você possa usufruir da segurança da energia renovável sem precisar se estressar.

Como funciona a energia solar? É caro investir em energia solar?

Há dois tipos de painéis: painéis térmicos, vendidos em lojas de materiais de construção, e fotovoltaicos, que são os geradores de energia. Os painéis, pretos, transferem calor apenas para a caixa d’água, diminuindo o custo do banho quente.

Já os painéis fotovoltaicos geram energia elétrica que, uma vez convertida pelos inversores, pode ser usada em qualquer atividade que envolva uso de eletricidade.

O custo inicial de implantação está hoje entre R$ 15.000,00 e R$ 100.000,00, dependendo do tipo de estação.

A vida útil da maioria das placas fotovoltaicas é de 25 a 30 anos, sendo que algumas plantas estão gerando energia a mais de 30 anos. Alguns fabricantes oferecem garantia de fábrica por 25 anos para geração de pelo menos 80% do potencial da placa fotovoltaica.

Já os inversores funcionam por 12 a 15 anos até precisarem ser trocados.

E o que eu ganho investindo em energia solar?

A principal alternativa à defasagem elétrica ocasionada pela falta de água nas hidroelétricas nacionais são as termelétricas. Ou seja, para evitar apagões, fontes alternativas à hídrica são acionadas, e essas ações têm custos elevados.

No Brasil, a maioria nas usinas térmicas usa combustíveis fósseis, como carvão e óleo diesel. Esta fonte, além de pouco eficiente e altamente poluente, é cara, o que impacta diretamente nas contas de luz, através de cobranças de bandeiras tarifárias.

Dependendo do custo da energia na sua região, a economia na conta de luz resultante da adoção de painéis fotovoltaicos permite que o investimento inicial seja compensado entre 4 a 8 anos. Ou seja, no médio prazo, o investimento “se paga” tranquilamente.

E a burocracia de se investir em energia solar?

A energia gerada pelos módulos domésticos é incorporada à rede da concessionária energética local, que instala um medidor da energia gerada pelos painéis, e retorna à residência geradora em forma de créditos.

A burocracia para a adoção do sistema não é muito diferente da europeia e demora cerca de dois meses. Locais isolados, onde não possuem a rede elétrica, dispensam a aprovação da concessionária, e podem armazenar a energia excedente em baterias.

Como funcionam os créditos de energia solar?

Existem regras da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) (RN 482/2015) para o gerenciamento da energia advinda dos painéis fotovoltaicos. Conforme estabelecido, a luz solar gerada durante o dia pode ser usada na própria casa detentora dos painéis.

O excedente deve ser redirecionado à rede elétrica para ser usada pelos vizinhos. Em troca, os proprietários dos painéis recebem um crédito que podem gastar em energia elétrica à noite. Esses créditos têm validade de cinco anos.

Mercado com tendência à expansão

Hoje, o custo inicial da implantação de é relativamente elevado. Porém, estima-se que esses custos diminuam rapidamente.

Além do crescente interesse das pessoas, em dezembro de 2015, foi lançado pelo Ministério de Minas e Energia o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), portaria que estimula a geração de eletricidade pelos próprios consumidores, com base nas fontes renováveis de energia, em especial a solar fotovoltaica.

Assim, há incentivos fiscais para quem decidir adotar a auto geração de energia. Em 2017, estimou-se que o aumento das conexões de mini e micro geradoras tenha sido de 8 mil desde o início do ProGD.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a previsão é de que, até 2030, 2,7 milhões de unidades consumidoras possam ter energia gerada por elas mesmas, entre residência, comércios, indústrias e no setor agrícola, o que pode resultar em 23.500 MW (48 TWh produzidos) de energia limpa e renovável, o equivalente à metade da geração da Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Em setembro, foi inaugurada no sertão baiano a primeira grande usina solar do Brasil pela empresa italiana Enel Green Power, num investimento de aproximadamente R$ 542 milhões. A área ocupada pela planta é de 330 hectares, o equivalente a 462 campos de futebol. Nessa escala, ainda não há cadeia produtiva de energia solar no Brasil, evidenciando uma boa oportunidade de investimento.

Além do benefício econômico, no Brasil a política de promoção de auto geração de energia do ProGD pode evitar que sejam emitidos 29 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do planeta, bem como contribuindo para a sustentabilidade econômica do país.

Vantagens em investir em energia solar

  • Sustentabilidade ambiental
  • Redução do custo da conta de energia
  • Investimento com retorno garantido
  • Diminuição da dependência da rede pública
  • Produção nacional
  • Sustentabilidade
  • Valorização Imobiliária
  • Melhoria no equilíbrio e diversificação da Matriz Energética
  • Políticas financeiras (ProGD)

Desvantagens em investir em energia solar

  • Pouca de mão-de-obra técnica qualificada para implantação e manutenção
  • Investimento inicial elevado
  • Poucas Linhas de Crédito para Financiamento

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