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Dúvidas frequentes sobre energia solar fotovoltaica

dúvidas frequentes sobre energia solar fotovoltaica

Veja as dúvidas frequentes sobre energia solar fotovoltaica

Reunimos abaixo algumas das dúvidas mais frequentes que as pessoas tem sobre energia solar fotovoltaica. clique nos itens para abrir o dropdown.

Sobre energia solar

Energia solar é a energia proveniente da luz e do calor do Sol que é aproveitada e utilizada por meio de diferentes tecnologias, principalmente como o aquecimento solar, energia solar fotovoltaica, energia heliotérmica e arquitetura solar. A energia solar é considerada uma fonte de energia renovável e sustentável.

Sobre os painéis solares

De uma forma muito simples, o painel é composto por células fotovoltaicas que ao serem atingidas pela luz do sol liberam eletricidade através de uma reação física.

Nenhuma, são apenas termos utilizados para descrever o painel solar fotovoltaico. O nome correto que se usa entre os profissionais da área é na verdade módulo fotovoltaico.

Uma dúvida bastante comum que surge quando se trata de energia fotovoltaica é a diferença entre a célula, o painel e o módulo fotovoltaico. A célula nada mais é que a unidade básica que forma um painel fotovoltaico. Já os módulos são, normalmente, instalados em conjunto, formando assim um painel fotovoltaico.

Existem duas maneiras de fabricar um módulo solar:

A primeira delas é com células solares feitas de fatias superfinas de silício em formato cristalino. Normalmente, elas são colocadas entre vidros, com moldura de alumínio. Essa técnica é a mais tradicional e, hoje, com maior escala de produção em nível comercial.

O segundo modo de fabricar os módulos é através da aplicação a plasma (quase como um “spray”) de um material semicondutor sobre um vidro ou em outro material (que pode ser flexível), que servirá como uma “cama”.

Em seguida, esse conjunto é coberto por um material transparente como o vidro. Está pronto o chamado filme fino, a tecnologia mais fácil de ser integrada às edificações urbanas.

Os elementos utilizados neste caso são silício (na sua forma não cristalina, que é chamada de silício amorfo) ou compostos químicos como telureto de cádmio (CdTe) ou disseleneto de cobre (gálio) e índio (CIS e CIGS).

Os painéis solares com células de silício cristalino são normalmente azuis porque esta é a cor com a qual a célula apresenta a melhor eficiência na conversão de energia solar para elétrica.

Quando chegam na fábrica, os chamados “wafers” de silício são na verdade cinza fosco, a cor natural deste mineral. Em uma das últimas etapas da fabricação da célula solar, ela recebe uma camada antireflexiva de nanômetros de espessura (normalmente de nitrato de silício) que a deixa com o tom de azul celeste.

Sobre a instalação

O sistema tem a vida útil de no mínimo 25 anos com 80% de eficiência. Após esse período, o sistema passa a perder eficiência na geração, porém não existe um prazo certo para a extinção do sistema, podendo durar um período maior.

Não! Tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas contam com a oportunidade de economizar com a energia solar.

No caso dos sistemas conectados à rede, on grid, o consumidor continua vinculado à concessionária de energia, contudo, em casos de atendimento de toda a conta, o consumidor deixa de depender das variações de tarifa da conta de energia.

Normalmente entre 1 e 2 dias é possível realizar a instalação (dependendo do tamanho do sistema) e também se não houver tantas dificuldades para acessar o telhado da residência. Mas normalmente é realizada em 2 dias.

O Cálculo Solar se ajusta de acordo com seu consumo de energia elétrica, apresentando a melhor solução para os mais variados consumos.

É importante avaliar o escopo fornecido pela empresa integradora, se prevê todas as necessidades para entregar um sistema já em operação. Com relação à segurança deverá ser verificado se a empresa possui experiência e se possível o consumidor deve sempre pedir para saber quais e quantas instalações o integrador já realizou.

Ainda no critério de segurança, o consumidor deve se preocupar se os equipamentos utilizados são de primeira linha, se a empresa está certificada, se sua equipe é treinada na NR35 – Trabalho em altura e NR10 – Trabalho com eletricidade, se todos os funcionários estão utilizando EPI – Equipamento de proteção individual e se a integradora oferece seguro durante a instalação. Atentando a estes pontos o consumidor evita problemas e sérias dores de cabeça.

Somente se você for o dono da cobertura ou o condomínio tiver uma área grande o suficiente no topo do prédio para instalar as placas para uso comum.

Painéis instalados em fachadas de prédios são somente usados em projetos específicos de arquitetura e custam caro (além do preço existe a questão de regras do condomínio, você não pode fazer nada que altere a fachada do prédio).

É um procedimento padrão onde a sua distribuidora de energia verifica se o seu sistema de energia solar foi construído de acordo com as normas de segurança. Não se preocupe com isso, quem deve lhe dar esta garantia é a empresa que vai instalar o sistema na sua casa ou empresa.

Sobre as contas de energia

As concessionárias de energia cobram uma tarifa mínima de conexão na rede, bandeira tarifária e uma taxa de iluminação pública, sendo assim, a conta não chega a ficar zerada, mas é possível pagar o valor mínimo por tipo de ligação (monofásica, bifásica ou trifásica) com valores inferiores à R$100,00. Para conseguir pagar os valores mínimos, o sistema deve estar dimensionado para atender toda a conta do consumidor.

O sistema solar fotovoltaico, quando conectado à rede da distribuidora, promove a compensação de energia por meio de créditos. A energia gerada pelo sistema poderá ser diretamente utilizada pela unidade consumidora.

Entretanto, como o sistema trabalha produzindo energia nos horários de sol, e habitualmente se gasta pouco energia nesses horários, existe em muitos casos, uma “sobra” de energia. Toda a produção excedente (acima da demanda) será injetada na rede da concessionária e contabilizada como crédito.

Durante o horário que não tem mais sol, o sistema fotovoltaico para de produzir energia e o consumidor passa utilizar os créditos gerados pela sua produção, compensado a falta de produção de energia no período noturno e ficando em equilíbrio.

Sobre o investimento

O tempo de retorno do seu investimento na aquisição e instalação de um sistema de geração de energia solar varia em função da solução adotada, mas em geral o retorno se dá em torno de 3 a 8 anos.

Atualmente, a legislação em vigência não permite a negociação dos créditos produzidos por uma unidade consumidora. Contudo, as leis em vigor permitem o uso do excesso de energia gerada em outra unidade consumidora que for de mesma titularidade, fazendo com que toda energia produzida possa ser aproveitada pelo consumidor.

Sobre a manutenção do sistema

O sistema solar precisa de manutenção mínima e com baixa periodicidade, se limitando quase sempre a limpeza dos módulos quando existe muita sujeira e grandes períodos sem chuva. No geral, não apresentam falhas no funcionamento. Em função do tempo de duração do sistema pode se dizer que o custo com manutenção é muito baixo.

A manutenção anual limita-se a uma limpeza das placas (quando for necessário) com água. Como se você estivesse limpando um vidro de sujeira no seu telhado. Se chover a chuva fará este trabalho para você, caso fique muito tempo sem chuva (mais de 6 meses) e você observar que a placa está realmente suja, então o ideal é passar um pano nos painéis.

O sistema é monitorado por meio de um software que coleta os dados utilizando um aparelho conectado com o inversor do sistema, e utiliza a internet do consumidor para transmitir as informações. É possível acompanhar os dados da geração utilizando smartphones, tablets e computadores.

Outras dúvidas frequentes

Durante à noite o sistema não produz energia. Contudo, o consumidor poderá utilizar os créditos produzidos durante o dia, funcionando assim como um sistema de compensação, no qual o que se produz durante o dia e não é usado, se transforma em crédito que é injetado na rede da concessionária e poderá ser consumido durante o período em que o sistema não produz.

Em dias de chuva o sistema tende a ter uma queda em sua geração, pois boa parte do tempo o sol fica encoberto. Quando bem executado, o projeto do sistema considera esses períodos de queda para fazer um cálculo constante e que atenda a demanda do consumidor mesmo nos períodos chuvosos.

Os sistemas off grid, contam com um banco de baterias que servem para armazenar a energia produzida. Apesar desta vantagem, esses sistemas tendem a ser mais caros. Já os sistemas on grid, são conectados diretamente à rede da concessionária, não possuem baterias e são mais baratos.

No caso dos sistemas conectados à rede da concessionária, intitulados on grid, o abastecimento de energia seria interrompido. O sistema on grid depende do fornecimento da concessionária para que o inversor funcione.

Quando a energia cai o inversor para de funcionar, isolando o sistema. Por outro lado, a utilização da rede da concessionária torna o sistema mais barato que um sistema que não utiliza a rede existente, por não usar baterias.

No caso de sistemas conectados à bancos de baterias, intitulados off grid, o abastecimento de energia ocorreria normalmente pois independe da concessionária. Apesar desta vantagem, esses sistemas são mais caros em função da aquisição e manutenção das baterias.

Não. Se o seu sistema estiver conectado na rede elétrica da distribuidora o inversor fotovoltaico (hyperlink) irá desligar e isolar o seu sistema fotovoltaico por uma questão de segurança (desta forma você evita causar um acidente ou estragar o seu sistema).

Sim. Se você tiver um sistema de energia solar com backup de baterias, ou seja, você tem um sistema fotovoltaico conectado à rede e possui um grande “no-break” com baterias na sua casa ou empresa (esta é uma solução com um custo bem alto).

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