A Estrutura tarifária no Brasil definiu que para os usuários de baixa tensão, os custos pela produção, operação, impostos, além das taxas e subsídios estão incluídos quando as concessionárias disponibilizam ” energia elétrica ” para a sociedade.

Porém, os componentes da tarifa foram separados surgindo em outras siglas, as principais no mercado são, a TE (Tarifa de Energia) e a TUSD (Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição).

O que significa TE e TUSD?

A Tarifa de Energia Elétrica(TE) no Brasil é calculada considerando fatores como a infraestrutura de geração, transmissão e distribuição,  fatores econômicos de incentivos à modicidade tarifária e sinalização ao mercado.

O TUSD seria o valor monetário unitário determinado pela ANEEL, em R$/MWh ou em R$/kW, utilizado para efetuar o faturamento mensal de usuários do sistema de distribuição de energia elétrica pelo uso do sistema.

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) discute em consulta pública a revisão na Resolução Normativa 487/12 que liberou a produção própria de energia elétrica através da energia solar fotovoltaica.

Nesta revisão está em discussão a adoção da chamada “Tarifa do Fio”.

Tarifas para usuário de energia solar pode aumentar

 

Caso esta nova forma de cobrança seja realmente implantada, o principal impacto para seus consumidores que produzem a própria energia será um aumento no valor das faturas pagas mensalmente.

A TE (tarifa de energia) será abatida pela autoprodução de eletricidade, mas a TUSD passará a ser cobrada separadamente, ou seja, o ICMS para quem injeta Energia na Rede será taxado.

Este valor cobrado adicionalmente poderá fazer com que o payback (prazo de retorno no investimento) aumente, prejudicando os consumidores que produzem energia limpa, e desincentivando futuros consumidores que tenham interesse em obter energia solar.