Pesquisadores da Universidade de New Hampshire descobriram materiais prontamente disponíveis que convertem luz solar e dióxido de carbono (CO2) blocos de construção para combustíveis líquidos que poderiam um dia aquecer casas e carregar carros.

Gonghu Li explica, “Atualmente nós podemos converter luz solar em eletricidade usando módulos solares em residências e outras construções”. No entanto, eletricidade não é fácil de ser armazenada em grande escala, a energia produzida para quando o sol se põe. Nós queremos algo que tenha mais permanência de energia.

Estudos recentes publicados no “The Journal of the American Chemical Society”, os pesquisadores descrevem uma aproximação promissora, para reciclagem de CO2, replicando um processo encontrado em plantas verdes chamadas Fotossíntese.

Os pesquisadores focaram em suas pesquisas para desenvolver novos materiais para captar luz solar naturalmente e quebrar as ligações químicas do CO2, esse processo denominado “fotossíntese artificial”, um processo que imita a reação de formação de combustível realizada nas plantas. O Grande desafio era criar materiais baseados em elementos abundantes na Terra, ou seja, não escassos e de baixo custo.

A chave do processo para quebrar as ligações de CO2, são suprimentos de elétrons. Esses elétrons podem ser gerados quando um material conhecido como semicondutor é ativado por energia em forma de luz solar.

Os pesquisadores decidiram então usar materiais que não levassem metais, esse material é feito de ureia que estão disponíveis para a comercialização, eles captam luz solar, com capacidade para alimentar as reações químicas que transformam o CO2, um gás de efeito estufa, em partes mais simples, incluindo o monóxido de carbono, que é um bloco para criar produtos químicos e combustíveis úteis.

Os Pesquisadores se juntaram com cientistas do “Brookhaven National Laboratory” para acessar o “National Synchrotron Light Source II”, um departamento de energia dos estados Unidos, para mostrar como os novos materiais tem um desempenho satisfatório nesse processo. Essas pesquisas tem parceria junto do “National Science Foundation” dos Estados Unidos.