Atualmente o Chile vem se destacando com seu potencial em Energias Renováveis. O País é o segundo maior mercado da América Latina em Energias Renováveis, sendo ultrapassado apenas pela China, para entendermos melhor é preciso voltar um pouco, há duas décadas atrás, qualquer pessoa iria dizer que isso seria inimaginável.

Um artigo da Policy Studies Journal explica essa grande transformação chilena, uma transformação que podemos chamar de “coalizões contigentes” onde se uniu interesses conflitantes mas que também fossem parcialmente sobrepostos, ou seja, que compartilhassem de idéias para fomentar interesses em comum.

As “coalizões contigentes” que foram criadas por organizações ambientais do Chile, tem sido fundamentais para fomentar a política de energias renováveis no país, aliado as inovações tecnológicas.

De acordo com o professor Madariaga, do Centro de Investigação e Docências Econômicas no México, e da Universidade Mayor no Chile, ” o entendimento sobre a história de sucesso do Chile e as Energias Renováveis vêm através de algumas organizações governamentais e movimentos sociais que impulsionaram o processo”.

Recentemente o Chile apresentava várias condições em relação as políticas ambientais do país, mas que apesar disso, ainda sim era um mercado desregulamentado, concentrado em fontes ambientais e socialmente hostis.

Estudando esses dois momentos-chave, o Chile passou por uma reforma política energética,  e consequentemente transformou o setor de energia unificando o país.