O BNDES pretende duplicar projetos do financiamento voltados para micro-geração e mini-geração distribuída em energias renováveis. O BNDES lançará a linha FINAME, disponível para empresas, inicialmente com orçamento de R$ 1 Bilhão, além disso, está em andamento a negociação para liberação de R$ 208 milhões via Fundo Clima para pessoas físicas.

O custo da placas solares fotovoltaicas diminuiu, o sistema solar corresponde a maior parte do sistema de geração distribuída, ou seja, o consumidor que gera mais energia do que consome, acumula créditos de energia para economia na conta de energia. Segundo a ANEEL de 2013.

De acordo com o Presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, o crédito de energia é fundamental para o aumento do número de conexões instaladas, elevando o investimento inicial na instalação deixa os consumidores de pequenas empresas e pessoas físicas ainda estão receosas. O sistema de geração distribuída permite reduzir os gastos com a conta de luz, muitos clientes, através de financiamento investem em sistemas solares para economia.

Através do Fundo Clima muitos recursos são disponibilizados através de empréstimos do BNDES, mas o orçamento é definido pelo ministério. Através do Fundo Clima, serão disponibilizados R$ 208 milhões para projetos que estarão disponíveis até o fim deste ano.

Pessoas Físicas terão acesso com exclusividade ao Fundo Clima, essa taxas de juros variam de acordo com o valor do projeto, prazos de até 12 anos e carência de até 24 meses. O Finame Energias Renováveis vai atender exclusivamente empresas de qualquer porte, sendo que o orçamento inicial é de R$ 1 bilhão com possibilidade de ampliação dependendo da demanda.

De acordo com a Absolar, se todo esse investimento for destinado a novos projetos energéticos, o Brasil teria 164 Gigawatts em sistema de geração solar que equivale a todo o sistema energético nacional.