A  fabricante BAE Systems realizou o primeiro vôo da Aeronave chamada PHASA-35, que significa Aeronaves Solares Persistentes de Alta Altitude.

A Aeronave pode chegar até 32 milhas de altitude, as baterias são movidas a energia solar, se tornando uma plataforma estável para monitoramento, vigilância, comunicações e segurança. Além disso a aeronave pode atuar em redes de comunicações para eventuais desastres climáticos e para proteção das fronteiras por um custo bem menor que satélites.

O avião, que passou de prova de capacidade para teste em apenas 20 meses, é subscrito pelo Laboratório de Ciência e Tecnologia da Grã-Bretanha e pelo Grupo de Ciência e Tecnologia de Defesa da Austrália, e construído pela BAE Systems e sua subsidiária, Prismatic Ltd. Seus testes de vôo foram concluídos com sucesso na escala de testes Woomera da Força Aérea Australiana Real no Sul da Austrália.

“Ir do projeto para o vôo em menos de dois anos mostra que podemos enfrentar o desafio que o governo do Reino Unido definiu para a indústria para fornecer um Sistema Aéreo de Combate Futuro na próxima década”, disse Ian Muldowney, diretor de engenharia da BAE Systems.

Testes adicionais estão agendados para o final deste ano, com planos de entrar em operação inicial com os clientes em 12 meses.

A Airbus está entre as empresas que competem na categoria de aviões de alta altitude e longa resistência, e em 2019 concluiu um vôo de teste de 26 dias do seu “Pseudo-satélite de alta atitude” Zephyr S movido a energia solar.